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Essencial também é parar para viver — por José Tolentino Mendonça
Descubra o artigo “Essencial também é parar para viver”, de José Tolentino Mendonça. Uma reflexão profunda sobre a importância do momento presente, a cultura da pausa e a gratidão pela vida. Um convite a abrandar, contemplar e viver agora com mais consciência e compaixão.

Flor que nasce na rachadura da calçada.
Uma leitura que nos faz recordar o que realmente importa
Há dias em que o mundo parece um turbilhão: notícias, redes sociais, compromissos, ruído por todo o lado. E, nesse movimento frenético, esquecemo-nos do mais óbvio — estamos vivos. Estamos aqui. E a única coisa que realmente temos é o generoso momento presente.
No artigo “Essencial também é parar para viver”, publicado no Diário de Notícias e assinado pelo padre e professor de Filosofia José Tolentino Mendonça, somos convidados a fazer algo que parece pequeno, mas é profundamente transformador: parar.
Parar para sentir a brisa.
Parar para ouvir o silêncio.
Parar para perceber que a vida não é apenas nossa — ela vive em nós e através de nós.
O texto mistura filosofia, espiritualidade e humanidade, com referências que vão de Juan Ramón Jiménez a Fernando Pessoa, passando por diálogos entre tradições religiosas que se encontram na compaixão e no amor.
Reflexões que o artigo desperta
Ao longo da leitura, somos conduzidos a refletir sobre:
O perigo de viver “fora de si”, alienados do presente.
A importância da cultura da pausa — o silêncio entre as palavras, o espaço entre as notas, o vazio que dá sentido à forma.
A gratidão pela Vida que nos vivifica e a responsabilidade de dar vida uns aos outros.
A liberdade como agir de acordo com o melhor de si mesmo, reconhecendo que não somos apenas “eu”, mas parte de um todo.
Por que recomendo esta leitura
Recomendo este texto pela profundidade sem ser pesada, pela espiritualidade sem ser dogmática.
Ele convida a:
Abrandar e olhar para dentro, para o “eu profundo”.
Viver com mais presença, compaixão e gratidão.
Recordar que o essencial da vida não está na pressa, mas na presença.
Um conselho pessoal
Leia este artigo sem pressa. Talvez com um chá quente, talvez num momento de silêncio. Deixe que as palavras assentem, que o vazio entre elas fale consigo.